Bolsa de Valores de Mocambique
CDM 230.00
CMH 900,00
CETA 120,00
EMOSE 18,00
ZERO 20,00
TOUCH 100.00
ARCO 100.00
OT 2005 S2 8.00%
Moza Banco 2013 Sub 14.50%
Visabeira 2015 22.50%
OT 2015 S4 10.125%
OT 2015 S5 10.50%
OT 2015 S6 10.50%
STB 2015 S1 22.50%
STB 2015 S2 22.50%
STB 2015 S3 22.50%
BNI 2016 S1 15.00%
Bayport 2016 S1 26.50%
Bayport 2016 S2 26.50%
OT 2016 S1 11.00%
OT 2016 S2 12.75%
OT 2016 S3 16.125%
OT 2017 S1 17.875%
OT 2017 S2 16.00%
OT 2017 S3 15.8750%
OT 2017 S4 16.50%
OT 2017 S5 15.75%
OT 2017 S6 18.25%
OT 2017 S7 18.25%
CM 2017 19.50%
Millennium BIM 2017 16.50%
Opportunity Bank 2017 S1 21.25%
Bayport 2017 S1 24.50%
OT 2018 S1 19.00%
OT 2018 S2 10.00%
OT 2018 S3 10.00%
OT 2018 S4 10.00%
OT 2018 S5 16.00%
OT 2018 S6 16.00%
OT 2018 S7 16.00%
OT 2018 S8 16.00%
OT 2018 S9 16.00%
OT 2018 S10 16.00%
OT 2018 S11 16.00%
OT 2018 S12 16.00%
OT 2019 S2 14.00%
OT 2019 S3 14.00%
Opportunity Bank 2018 S1 20.00%
Opportunity Bank 2018 S2 21.50%
BAYPORT 2018 S1 21.14%
O Presidente do Conselho de Administração da Bolsa de Valores de Moçambique Salim Vala. Disse que todo moçambicano que faça alguma poupança pode ser um investidor de uma empresa cotada na Bolsa de Valores de Moçambique.

Salim Vala falava nesta quinta-feira (11) na Vila autárquica de Vilankulo no âmbito da realização do Fórum distrital de investimentos orientado pelo Governador da Província de Inhambane Daniel Chapo, perante empresários e investidores de diferentes ramos económicos.

Coube ao PCA da BVM, Salim Vala, apresentar o tema "Bolsa de Valores e Promocao da Economia de Inhambane: Potenciando o empreendedorismo, o financiamento e a boa governacao corporativa".

Vala referiu na sua intervenção que os empreendedores são fundamentais para o desenvolvimento económico, e a BVM está posicionada e a trabalhar para fomentar o espírito empreendedor e torna-lo um fenómeno de massas em Mocambique.

Num outro desenvolvimento, o dirigente, convidou os empresários e investidores de Vilankulo em particular e Inhambane no geral a usarem os serviços da BVM, sendo que para tal, precisam de ter empresas com contabilidade organizada e contas auditadas, que sejam bem geridas e transparentes, pois isso, a par da sua lucratividade, atrai os investidores a aplicar as suas poupancas.

O Presidente da Conselho de Administração da BVM Salino Vala terminou afirmando que a venda de 7,5 porcento das acções da HCB, através da BVM, para cidadãos, empresas e instituições moçambicanas, vai ser uma oportunidade concreta de inclusão financeira e popularização do capital em Mocambique.

Fotos do Evento