Bolsa de Valores de Mocambique
HCB 13,75
CDM 200.00
CMH 1,100,00
CETA 120,00
EMOSE 20,00
ZERO 20,00
TOUCH 100.00
ARCO 100.00
OT 2005 S2 8.00%
Moza Banco 2013 Sub 22.50%
Visabeira 2015 20.25%
OT 2015 S4 10.125%
OT 2015 S5 10.50%
OT 2015 S6 10.50%
STB 2015 Sub S1 20.75%
STB 2015 Sub S2 20.25%
STB 2015 Sub. S3 21.75%
BNI 2016 S1 13.50%
Bayport 2016 S1 26.50%
Bayport 2016 S2 25.50%
OT 2016 S1 11.00%
OT 2016 S2 12.75%
OT 2016 S3 16.125%
OT 2017 S1 15.625%
OT 2017 S2 14.625%
OT 2017 S3 15.00%
OT 2017 S4 15.125%
OT 2017 S5 14.5625%
OT 2017 S6 18.25%
OT 2017 S7 18.25%
CM 2017 18.375%
Millennium BIM 2017 15.75%
Opportunity Bank 2017 S1 19.25%
Bayport 2017 S1 23.00%
OT 2018 S1 13.6878%
OT 2018 S2 14.625%
OT 2018 S3 14.5625%
OT 2018 S4 10.00%
OT 2018 S5 16.00%
OT 2018 S6 16.00%
OT 2018 S7 13.75%
OT 2018 S8 13.6875%
OT 2018 S9 16.00%
OT 2018 S10 16.00%
OT 2018 S11 16.00%
OT 2018 S12 16.00%
OT 2019 S2 14.00%
OT 2019 S3 14.00%
Opportunity Bank 2018 S1 19.25%
Opportunity Bank 2018 S2 21.50%

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa anunciou publicamente ontem, dia 20 de Maio, em Maputo.

Os termos e condições da Oferta Pública de Venda. A cerimónia contou com a presença do Banco de Moçambique (regulador do mercado de capitais), membros do Conselho de Administracão da HCB e da BVM, gestores de topo dos bancos comerciais, seguradoras, clientes corporate dos bancos e potenciais investidores e outros convidados.

Os 2,5% representam 680 milhões de acções dos 7,5% que a empresa pretende vender no âmbito da recomendação feita aos accionistas pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi com o objecto de promover a inclusão económica dos moçambicanos.

Durante a sua intervenção, o PCA da HCB, Pedro Couto, referiu que o preço de cada acção custará três meticais (3.00 MT), e todos cidadãos, empresas e instituições nacionais elegíveis, poderão fazer a sua subscrição para a compra através das plataforma disponíveis (balcões dos bancos, M-pesa, e-Banking, a plataforma para Smartphones e a tecnologia USSD), por forma a abranger a todos cidadãos moçambicanos que se encontrem nas zonas remotas e que não tenham conta bancária, dado o baixo nível de bancarização ainda prevalecente no País.

Garantiu aos potenciais investidores que a HCB é financeiramente robusta e paga dividendos aos seus accionistas anualmente, e a compra de acções poderá significar também ter certeza que o valor investido terá um bom retorno.

Para o PCA da BVM, Salim Valá, esta operação da HCB via Bolsa de Valores vai sem dúvida incrementar a capitalização bolsista, a liquidez do mercado, o volume de transacções, irá atrair interesse de novos investidores e vai despertar também interesse de outras empresas pelo mercado de capitais e a Bolsa de Valores em particular.

Presentemente, temos registados na Central de Valores Mobiliários cerca de 7,750 investidores e com esta dispersão do capital da HCB, “prevemos que este númeno aumente para cerca de 40 mil investidores”. concluiu Valá.

Falando da estruturação da oferta pública”, o PCE do BCI, Paulo Sousa, garantiu que tudo esta acautelado para garantir que até os moçambicanos que estejam fora da banca formal possam ser donos da HCB. 

Fez saber, ainda, que o lote mínimo de subscrição para pequenos investidores nacionais são 20 acções o correspondente a 60.00  MT, e o máximo para este segmento são 7.500 acções, que custam 22, 500.00 MT e para os investidores nacionais singulares, o lote mínimo de subscrição são 1000 acções enquanto para as entidades colectivas, o mínimo permitido são 20.0000 acções.

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