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Missão

Promover a captação, mobilização e alocação dos recursos financeiros, de forma eficiente, eficaz e transparente, para satisfazer as necessidades de financiamento dos agentes económicos, promovendo o desenvolvimento sustentável da economia.

Visão

Ser referência na oferta de oportunidades de conversão da poupança em investimento produtivo, contribuindo para o crescimento da economia e para a inclusão social e financeira.

Valores

• Transparência, credibilidade e equidade; • Conhecimento, competência e ética profissional; • Iniciativa, Inovação e Modernização; • Parceria e Colaboração Institucional; • Liderança e valorização Pessoal; • Patriotismo e responsabilidade social.

   

Sessão de Bolsa de 23 de Maio de 2017

Publicações de Imprensa
Emissão de Obrigações do Tesouro 2012 PDF Imprimir E-mail

Ao abrigo da Lei nº 1/2012, de 13 de Janeiro, que aprova o Orçamento do Estado para 2012, o Conselho de Ministros, através do Decreto nº 33/2012, de 10 de Agosto, autorizou o Ministro das Finanças a contrair um empréstimo interno amortizável no montante máximo de 3.150.112.400 Meticais, denominado “Obrigações do Tesouro 2012”, para o financiamento do Orçamento do Estado.

A emissão de Obrigações do Tesouro enquadra-se na estratégia do Governo no âmbito da implementação da sua política económica e financeira, constituindo uma fonte alternativa para o financiamento das despesas públicas e ainda, de oportunidades para os investidores e o público em geral, através da captação das suas poupanças e da sua reorientação pelo Estado, concorrendo para o fortalecimento do mercado de financiamento interno, contribuindo desta forma para imprimir um novo dinamismo à actividade económica e financeira e para o desenvolvimento do Mercado de Capitais.

Esta operação de Obrigações do Tesouro, emitida por um prazo de 3 anos, com taxa de juro indexada à taxa de juro de Bilhetes do Tesouro, foi liderada pela Direcção Nacional do Tesouro, e executada pela Bolsa de Valores de Moçambique.

O período de subscrição decorreu de 15 a 21 de Agosto, junto das instituições financeiras autorizadas na intermediação financeira em valores mobiliários no território moçambicano, tendo a procura global, no valor de mais de 14 mil milhões MT, sido quase 5 vezes superior ao valor da emissão, revelando por um lado a solidez e maturidade do sistema financeiro em Moçambique, e por outro lado, constituindo um indicador seguro do elevado grau de confiança que o mercado tem para com o Estado.

As Obrigações do Tesouro-2012 serão admitidas à cotação na Bolsa de Valores de Moçambique no dia 22 de Agosto de 2012, por forma a serem transaccionadas em mercado secundário, possibilitando o acesso a todos os investidores e público em geral.

 

Maputo, 22 de Agosto de 2012

 
Bolsas de Valores da SADC trabalham conjuntamente com vista à Interligação, Partilha de Experiências e Melhor Visibilidade PDF Imprimir E-mail

As 10 Bolsas de Valores da região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), têm estado a trabalhar conjuntamente para a efectividade dos seus mercados. Assim, o Comité das Bolsas de Valores da SADC (CoSSE) acordou em concentrar os esforços nas 6 áreas prioritárias do seu Plano Estratégico 2011-2016, com vista a uma melhor interligação e maior eficiência dos seus mercados de capitais.

No âmbito do seu plano estratégico, as bolsas de valores da SADC estão a explorar a interligação dos seus sistemas de negociação e a envidar esforços para assegurar que os seus sistemas de compensação e liquidação estejam alinhados com os novos standards internacionais, adoptados em Abril de 2012.

O CoSSE tem trabalhado em coordenação com o Secretariado Executivo da SADC no desenvolvimento dos sistemas regionais, incluindo o de pagamentos, bem como na disseminação de informação sobre as transacções, de modo a reforçar o seu website www.cossesadc.org, criado em Abril último. O CoSSE, deverá, também, mobilizar recursos financeiros para acelerar a formação e desenvolvimento de capacidades dos recursos humanos dos mercados de capitais.

Os membros do CoSSE, bolsas de valores de Botswana, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, África de Sul, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe, reuniram-se em Gaberone – Botswana no dia 25 de Junho, num encontro co-organizado pelo secretariado da SADC e pela Bolsa de Valores de Botswana. Intervindo na ocasião, a Presidente do CoSSE, Sra Beatrice Nkanza, Presidente da Bolsa de Valores da Zâmbia, referiu que “As Bolsa de Valores têm um papel de dinamizar o crescimento económico da Região da SADC, com vista a redução da pobreza”. Adicionalmente, proferiu que “As bolsas são, por um lado, o canal para o financiamento do capital de risco a longo prazo, o qual é urgentemente necessário para os investidores, os projectos de infraestruturas e mesmo para o financiamento ao Estado, por outro lado, encorajam a poupança e o investimento. Assim, os membros da CoSSE estão a trabalhar conjuntamente no apoio às iniciativas da SADC para tornar os mercados individuais mais efectivos”.

O CoSSE foi estabelecido em 1997 como uma instituição colectiva de Bolsas de Valores da SADC, com o objectivo de  promover a cooperação e a colaboração entre os membros e é apoiada através de um secretariado, financiado pela Bolsa de Valores de Joanesburgo . A SADC definiu o seu papel no Protocolo de Investimento e Finanças e noutros documentos de política, tendo ligação com os comités do Técnicos Séniores do Tesouro e dos Ministros das Finanças e trabalhado conjuntamente com o Comité das Autoridades de Seguros, Valores Mobiliários e Instituições não Financeiras (CISNA) e o Comité dos Governadores dos Bancos Centrais (CCBG).

Assim, na última reunião, o CoSSE definiu 3 Comités de Trabalho para implementar os 6 planos de negócio, priorizados através das iniciativas identificadas no seu Plano Estratégico 2011-2016, nomeadamente:

  1. Comité de Assuntos Legais e do Secretariado – presidido pelo Sr. Geoff Rothschild da Bolsa de Valores de Joanesburgo (JSE), sendo responsável por formalizar o secretariado e continuar a promover a coordenação com a CISNA e outros órgãos da SADC.

  2. Comité para o Desenvolvimento dos Mercados - presidido pelo Sr. Vipin Mahabirsingh da Bolsa de Valores das Maurícias, cabendo ao comité apoiar as bolsas de valores a assegurarem que os seus sistemas de compensação e liquidação se adequam aos novos standards globais e a apoiar as iniciativas regionais.

  3. Comité para a Capacitação e Visibilidade das Bolsas de Valores – presidido pela Sra. Anabela Chambuca, sendo este comité responsável por interagir com as bolsas de valores, os reguladores, os corretores, investidores e outros intervenientes para desenvolver e coordenar as acções de formação. O Comité irá igualmente fortalecer o novo website do CoSSE e ajudar os membros a actualizarem os seus websites e a assegurar que os dados da negociação e das emitentes sejam disseminados internacionalmente.

Os progressos na implementação das acções serão supervisionados através do Comité Executivo do CoSSE, cuja presidente é a Sra Beatrice Nkanza da Bolsa de Valores da Zâmbia e o Vice – Presidente o Sr. Gabriel Kitua, da Bolsa de Valores da Tanzânia, e os três Presidentes dos Comités de Trabalho acima referidos.

De referir que o Plano Estratégico foi desenvolvido com a assistência da FinMark Trust (entidade não-lucrativa com a sua sede em Joanesburgo, África do Sul, tendo sido estabelecida em Março de 2002 pelo DFID ( Department for International Development – UK). O objectivo da FinMark Trust é fazer com que os mercados financeiros trabalhem para os mais desfavorecidos, promovendo a sua inclusão no sistema financeiro e a integração regional desses mercados).

De referir que o Plano Estratégico foi desenvolvido com a assistência da FinMark Trust.

Para mais informações, contactar:

·         Beatrice Nkanza, Presidente da Bolsa de Valores de Lusaka, Tel: +260 (1) 228391 ou email: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ;

·         Gabriel Kitua, CEO Dar es Salaam Stock Exchange, Tel: +255 22 2135779 ou email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ;

·         Pearl Moatshe, Secretariado do CoSSE, Tel: +27 11 5207118 ou email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 
Privatizações e Mercado de Valores Mobiliários (Parte II) PDF Imprimir E-mail

No artigo anterior demos início a algumas reflexões acerca das privatizações e mercado de valores, numa linha de orientação que se consubstancia na indicação dos aspectos que, em nosso entender, se revelam verdadeiros pressupostos das operações de privatização a realizar mediante a via de oferta de venda de acções ao público; iremos prosseguir este exercício no presente artigo, concluindo com brevíssimas considerações acerca das operações de privatização em geral:

Deverá promover-se a maior dispersão possível do capital a alienar pelo Estado

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Privatizações e Mercado de Valores Mobiliários (Parte I) PDF Imprimir E-mail

Algumas Considerações (Parte I)

São unanimemente reconhecidas as vantagens em proceder à venda de participações detidas pelo Estado em sociedades privadas – vulgo “privatização de empresas detidas pelo Estado” - mediante o processo de “oferta pública de venda” das respectivas acções, como forma de estimular o desenvolvimento do mercado de capitais em geral e, em particular, de dinamizar a actividade do mercado secundário, por seu turno importante veículo de fomento do funcionamento da economia em geral. Julgamos consensual, pois, o reconhecimento das vantagens em associar o programa de privatizações ao objectivo estratégico de dinamização do mercado de capitais e fomento do desenvolvimento económico.

Vamos seguidamente apreciar esta temática na óptica da identificação de alguns aspectos que, em nosso particular entender, se revelam verdadeiros pressupostos das operações de privatização a realizar mediante a via de oferta de venda de acções ao público:

 

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O relevo do Segundo Mercado como veículo de acesso do empresariado ao mercado bolsista PDF Imprimir E-mail

Nota Histórica

Já desde o ano de 2001 que estão documentados estudos e trabalhos preparatórios para a criação, na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), de um Junior Market, designadamente para dar resposta à necessidade de maior expressão na admissão à cotação e negociação de acções representativas do capital social de sociedades anónimas.

 

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